Compreender e dominar os descritores de leitura e interpretação de texto é essencial para desenvolver a competência leitora dos alunos do 9º ano. Vamos explorar cada descritor de forma didática, com exemplos e explicações que facilitam a compreensão.
O primeiro descritor, D1 - Localizar informações explícitas em um texto, exige que o leitor encontre dados que estão claramente escritos no texto. Trata-se de identificar nomes, datas, lugares ou qualquer elemento textual que não necessite de interpretação adicional.
Por exemplo, em uma notícia que menciona: "O evento ocorrerá no dia 20 de dezembro, às 18 horas, no ginásio municipal", localizar a data e o local do evento é uma aplicação direta deste descritor. É como procurar um "tesouro" que está à vista, bastando atenção para identificá-lo.

Por que é importante?
Facilita a compreensão do texto.
Permite encontrar detalhes como nomes, datas, locais e números.
É útil para responder perguntas objetivas.
Imagine que você está procurando uma receita especial no livro de culinária da sua avó. Para encontrar a receita certa, você precisa localizar palavras-chave como "bolo de chocolate", "ingredientes" e "modo de preparo". É exatamente isso que fazemos quando lemos qualquer tipo de texto: buscamos as informações que são importantes para entender o que está sendo dito.
#FICAADICA
Sublinhe ou destaque: Ao ler, marque as palavras-chave e as frases que respondem às suas perguntas. É como destacar as peças mais importantes do quebra-cabeça.
Faça anotações: Anote as ideias principais com suas próprias palavras. Isso ajuda a fixar o conteúdo na memória e facilita a revisão.
Faça perguntas: Quem? O quê? Quando? Onde? Como? Por quê? Essas perguntas guiam sua leitura e ajudam a encontrar as informações mais relevantes.
Relacione as informações: Como as diferentes partes do texto se conectam? Essa conexão forma um significado mais completo.
Diferencie explícito de implícito:
Explícito: Está escrito de forma clara e direta no texto.
Implícito: Não está escrito diretamente, mas pode ser inferido a partir das informações que estão no texto.
Cuidado! Questões que pedem por informações implícitas podem te levar a marcar a alternativa errada.
CONHECENDO O DESCRITOR
D1 - Localizar informações explícitas em um texto: Encontrar as informações que estão claramente escritas no texto, sem exigir que o leitor faça deduções.
Já o D3 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão envolve entender uma palavra ou expressão a partir do contexto em que ela aparece. Imagine que um texto diz: "João estava radiante com a notícia." Se você não conhece a palavra "radiante", o contexto indica que ela está relacionada à felicidade ou entusiasmo, pois sugere algo positivo sobre a reação de João.
Esse descritor ensina a importância de observar o que está ao redor de uma palavra para compreendê-la sem depender apenas de um dicionário.

Por que é importante?
Compreensão profunda: Permite entender as entrelinhas do texto, captando nuances de significado e mensagens implícitas que não estão expressas diretamente.
Desenvolvimento do pensamento crítico: Estimula a análise, a relação de informações e a formulação de conclusões lógicas, fortalecendo seu senso crítico.
Leitura autônoma: Capacita você a interpretar textos de forma independente, sem depender apenas de informações explícitas.
Melhor desempenho em provas e vestibulares: A habilidade de inferir é fundamental para resolver questões de interpretação textual, garantindo um melhor desempenho em provas e vestibulares.
#FICAADICA
Leitura atenta e reflexiva: Leia o texto com atenção, buscando compreender o sentido global e os detalhes.
Identificação de palavras-chave: Identifique as palavras ou expressões que precisam ser interpretadas e que podem conter pistas para a inferência.
Análise do contexto: Observe as palavras e frases que cercam a palavra-chave, buscando pistas sobre seu significado.
Conhecimento de mundo: Utilize seu conhecimento de mundo para conectar as informações do texto com seus conhecimentos prévios sobre o assunto.
Dedução lógica: Com base nas pistas contextuais e em seu conhecimento, formule hipóteses sobre o significado da palavra ou expressão.
Teste de hipóteses: Verifique se o significado que você deduziu faz sentido dentro do contexto do texto.
Prática constante: A inferência é uma habilidade que se desenvolve com a prática. Leia diferentes tipos de textos e exercite a inferência de significados.
Consulta ao dicionário: Utilize o dicionário para confirmar o significado de palavras desconhecidas e ampliar seu vocabulário.
Anotações: Anote palavras e expressões que você não conhece e busque seus significados posteriormente.
CONHECENDO O DESCRITOR
D3 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão: Compreender o significado de uma palavra ou expressão a partir do contexto em que ela está inserida.
O D4 - Inferir uma informação implícita em um texto é um desafio que vai além do explícito. Aqui, o leitor deve deduzir algo que o autor não disse diretamente, mas que deixou implícito.
Por exemplo, se um texto afirma: "Maria vestiu o casaco e saiu correndo para a escola, levando um guarda-chuva", podemos inferir que o tempo estava chuvoso, mesmo sem essa informação estar declarada. Esse descritor ajuda o aluno a "ler nas entrelinhas", desenvolvendo uma leitura mais crítica e analítica.

Por que é importante?
Compreender a totalidade do texto: Através da identificação de pressupostos e subentendidos, o leitor consegue estabelecer uma conexão mais profunda com o texto, desvendando as entrelinhas e compreendendo a mensagem em sua completude.
Desenvolver o senso crítico: A capacidade de inferir informações implícitas aguça o senso crítico do leitor, permitindo que ele questione o texto, identifique a intencionalidade do autor e avalie a veracidade das informações apresentadas.
Ampliar a capacidade de interpretação: Ao dominar essa habilidade, o leitor expande sua capacidade de interpretação, compreendendo as nuances do texto, seus significados implícitos e as relações entre as diferentes ideias apresentadas.
Melhorar o desempenho em avaliações: Em diversas avaliações, como o ENEM e vestibulares, a habilidade de inferir informações implícitas é fundamental para a resolução de questões de interpretação textual.
#FICAADICA
Mergulhe no texto: Realize uma leitura atenta e reflexiva do texto, buscando compreender sua essência e os detalhes que possam fornecer pistas sobre as informações implícitas.
Analise o contexto: Considere o contexto em que o texto foi produzido, o objetivo do autor, o público-alvo e a época em que foi escrito. Essas informações podem ser valiosas para a interpretação das entrelinhas.
Conecte as ideias: Estabeleça relações lógicas entre as informações explícitas presentes no texto, buscando conexões que possibilitem a inferência de novas informações.
Atente-se aos detalhes: Observe com atenção as palavras, expressões e frases do texto, pois elas podem conter pistas importantes sobre as informações implícitas.
Use seu conhecimento prévio: Recorra aos seus conhecimentos sobre o mundo, sobre o assunto tratado no texto e sobre a língua portuguesa para facilitar a interpretação das entrelinhas.
Questione o texto: Faça perguntas sobre o texto, buscando identificar a intencionalidade do autor e as informações que ele deseja transmitir de forma implícita.
Pratique a leitura: A prática leva à perfeição! Leia diferentes tipos de textos, como notícias, artigos de opinião, poemas e contos, exercitando sua capacidade de inferir informações implícitas.
CONHECENDO O DESCRITOR
D4 - Inferir uma informação implícita em um texto: Extrair informações que não estão diretamente escritas no texto, mas que podem ser deduzidas a partir das pistas fornecidas pelo autor.
O D6 - Identificar o tema de um texto exige que o leitor reconheça a ideia central que une todas as informações apresentadas. Imagine ler uma reportagem sobre o impacto do desmatamento na Amazônia.
Embora o texto traga detalhes como a redução da biodiversidade e o aumento da temperatura, o tema principal é "os efeitos do desmatamento". Aqui, é importante entender que o tema é como o "coração" do texto, sustentando tudo o que é discutido.

Por que é importante?
Compreensão aprofundada: O tema é a espinha dorsal do texto, sua ideia central. Identificá-lo garante a compreensão da mensagem principal e do propósito do autor.
Interpretação precisa: Ao entender o tema, é possível conectar as ideias apresentadas no texto, compreendendo suas nuances e extraindo o significado completo.
Desempenho em avaliações: A habilidade de identificar o tema é frequentemente cobrada em provas e vestibulares, sendo essencial para um bom desempenho.
Desenvolvimento do pensamento crítico: A identificação do tema exercita a capacidade de análise e síntese, habilidades cruciais para o desenvolvimento do pensamento crítico.
#FICAADICA
Leitura atenta: Leia o texto com calma e atenção, buscando compreender o sentido geral. Releia se necessário.
Identificação da ideia principal de cada parágrafo: Resuma a ideia central de cada parágrafo em uma frase. Isso ajuda a construir o panorama geral do texto.
Palavras-chave: Destaque palavras ou expressões que se repetem ou que parecem centrais para o desenvolvimento do assunto.
Análise do título e da introdução: O título e a introdução geralmente fornecem pistas importantes sobre o tema.
Perguntas-chave: Sobre o que o texto fala principalmente? Qual a mensagem central que o autor quer transmitir?
Síntese: Após a leitura, tente resumir o texto em uma única frase que expresse o tema central.
Diferenças entre título, assunto e tema
Título: É o nome dado ao texto, buscando atrair a atenção do leitor e geralmente indicando o assunto abordado.
Assunto: É o tema geral abordado no texto, mais amplo e abrangente.
Tema: É o recorte específico dentro do assunto, a ideia central desenvolvida pelo autor.
CONHECENDO O DESCRITOR
D6 - Identificar o tema de um texto: Reconhecer a ideia central do texto, o assunto principal que está sendo abordado.
Por fim, o D14 - Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato é essencial para desenvolver a capacidade crítica dos alunos. Um fato é algo verificável, como "O Brasil é o maior produtor de café do mundo."
Já uma opinião é um ponto de vista, como "O café brasileiro é o melhor do mundo." Ensinar essa distinção ajuda os alunos a reconhecerem quando um texto apresenta informações objetivas ou tenta persuadi-los com argumentos subjetivos.

Por que é importante?
Desenvolvimento do pensamento crítico: Ao distinguir fatos de opiniões, é possível analisar as informações de forma objetiva, separando o que é comprovado do que é apenas uma interpretação.
Melhora na compreensão textual: A diferenciação entre fatos e opiniões ajuda a entender a intenção do autor e a identificar possíveis vieses ou manipulações.
Tomada de decisões informadas: Ao basear decisões em fatos concretos, em vez de opiniões, é possível evitar erros e escolhas equivocadas.
Preparo para a vida em sociedade: Em um mundo com excesso de informações, é essencial saber discernir fatos de opiniões para formar uma visão própria e participar de debates de forma construtiva.
#FICAADICA
Verificabilidade: Pergunte-se: essa informação pode ser comprovada? Se a resposta for sim, é um fato. Se for uma interpretação ou julgamento, é uma opinião.
Objetividade vs. Subjetividade: Fatos são objetivos, descrevendo a realidade como ela é. Opiniões são subjetivas, expressando o ponto de vista de alguém.
Marcas linguísticas: Preste atenção em palavras e expressões que indicam opinião:
Adjetivos qualificativos: "ótimo", "péssimo", "interessante", "horrível".
Advérbios de modo: "claramente", "obviamente", "infelizmente".
Verbos de opinião: "acreditar", "achar", "considerar", "parecer".
Expressões de julgamento: "na minha opinião", "eu acredito que", "é importante ressaltar".
Contexto: Analise o contexto em que a informação está inserida. Em textos jornalísticos, espera-se mais fatos, enquanto em artigos de opinião, a predominância é de opiniões.
CONHECENDO O DESCRITOR
D14 - Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato: Diferenciar entre o que é comprovadamente verdadeiro (fato) e o que representa um ponto de vista pessoal (opinião).
Compreender esses descritores não apenas ajuda os alunos a realizarem provas e atividades, mas também os prepara para a leitura crítica e consciente em diversas situações da vida cotidiana. Afinal, ler é mais do que decifrar palavras; é dialogar com o texto, interpretando, questionando e aprendendo com ele.
Fórum: Opinar, compartilhar e refletir
Promover a reflexão e a troca de ideias entre os alunos sobre os principais descritores de leitura e interpretação textual abordados na aula, incentivando a argumentação e a interação entre os participantes.
Instruções
Leitura Atenta: Releia o texto da aula "[AULA 1] Procedimentos de Leitura - 9º ano" com atenção, focando nos descritores D1, D3, D4, D6 e D14.
Escolha um Descritor: Selecione um dos descritores (D1, D3, D4, D6 ou D14) que mais chamou sua atenção ou que você considera mais desafiador.
Compartilhe sua Experiência: Escreva uma postagem no fórum respondendo aos seguintes questionamentos:
A) O que você entendeu sobre o descritor? B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica? C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto. D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido. E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Interaja com os Colegas: Comente a postagem de pelo menos dois colegas, trazendo um novo ponto de vista, complementando a ideia ou questionando de forma construtiva.
Reflexão Final: Após a interação com os colegas, faça uma reflexão final sobre o que você aprendeu com a atividade e como ela contribuiu para o seu desenvolvimento como leitor crítico.
Critérios de Avaliação:
Compreensão dos descritores de leitura.
Capacidade de reflexão e análise crítica.
Participação ativa e interação com os colegas no fórum.
Clareza e organização das ideias.
Capacidade de exemplificação e aplicação dos descritores.
Dica: Para enriquecer sua participação, traga exemplos do seu cotidiano, como situações em que você precisou localizar informações em um texto, inferir um significado ou diferenciar fato de opinião. Quanto mais concreta e reflexiva for sua postagem, mais significativa será sua participação!
PRATIQUE!
D1 - (Prova Brasil). Leia o texto abaixo:
A pipoca surgiu há mais de mil anos, na América, mas ninguém sabe ao certo como foi. Um nativo pode ter deixado grãos de milho perto do fogo e, de repente: POP! POP!, eles estouraram e viraram flocos brancos e fofos.
Que susto!
Quando os primeiros europeus chegaram ao continente americano, no século 15, eles conheceram a pipoca como um salgado feito de milho e usado pelos índios como alimento e enfeite de cabelo e colares.
Arqueólogos também encontraram sementes de milho de pipoca no Peru e no atual estado de Utah, nos Estados Unidos. Por isso, acreditam que ela já fazia parte da alimentação de vários povos da América no passado.
Disponível em: <www.recreionline.abril.com.br>
Questão 1. De acordo com esse texto, no século 15, chegaram ao continente americano os
A) nativos.
B) índios.
C) europeus.
D) arqueólogos.
D1 - Leia o texto abaixo e responda à questão.
Caipora
É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento. Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas.
Seus pés voltados para trás servem para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes, chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. É também chamado de pai ou Mãe-do-mato, Curupira e Caapora. Para os índios Guaranis, ele é o Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando um porco do mato.
http://www.arteducação.pro.br
Questão 2. De acordo com esse texto, os pés voltados para trás da Caipora sevem para
A) atrair suas vítimas
B) despistar caçadores
C) montar um porco do mato
D) proteger as matas
D1 - Leia o texto para responder a questão a seguir:

Questão 3. O garoto da tirinha é o Calvin. Pelo texto podemos perceber que Calvin
A) é um menino muito organizado e calmo.
B) guarda sua jaqueta dentro do armário.
C) procura tranquilamente por sua jaqueta.
D) acha estranho guardar as roupas no armário
D3 - Leia o texto para responder a questão a seguir:

Questão 4. A expressão da personagem feminina - Mafalda -, no primeiro quadrinho, reforça
A) a gravidade da doença revelada no 4° quadrinho.
B) a objetividade da resposta do personagem feminino no 2° quadrinho .
C) as falas dos personagens no 3° quadrinho.
D) a preocupação da pergunta do personagem masculino no 2° quadrinho.
D3 - Leia o texto para responder a questão a seguir:
A Casa da Moeda do Brasil
Se o governo brasileiro precisa emitir dinheiro, você sabe quem se encarregará de produzi-lo? A Casa da Moeda do Brasil. Além de cédulas e moedas, ela confecciona selos e medalhas.
A Casa da Moeda foi fundada em Salvador, em 1694, por ordem do governo português, para cunhar moedas com o ouro extraído da mineração. Inicialmente, foram cunhadas somente moedas de ouro e prata, mas depois se passou a produzir moedas de cobre para pequenos valores.
[...] Ela compreende quatro repartições: o Departamento de células, o de Moedas e Medalhas, a Gráfica Geral e o Departamento de Engenharia de Produtos e o desenvolvimento de Matrizes, que é o responsável pela concepção técnica e artística dos artigos elaborados pela instituição.
O Estado de S. Paulo. 20 fev. 2007. Estadinho. (Fragmento).
Questão 5. O terceiro parágrafo do texto é iniciado pela palavra “Ela...”. Esta palavra substitui o seguinte termo
A) A Casa da Moeda. (2° parágrafo)
B) da mineração. (2° parágrafo)
C) a Gráfica Geral. (3° parágrafo)
D) concepção técnica e artística. (3° parágrafo)
D3 - Leia o texto para responder a questão a seguir:
Por que a girafa não tem voz
[...] O dia da corrida foi logo marcado. O leopardo, certo de que ia vencer, convocou todos os animais da floresta para vê-lo derrotar a grandona. Os bichos acorreram para se divertir e torcer pela derrota da girafa.
Assim que foi dada a largada, os dois saíram lado a lado, mas logo o leopardo tomou a dianteira. Corria tanto que acabou chocando-se contra uma árvore e teve de abandonar a competição.
A bicharada ficou muito decepcionada ao ver a girafa se tornar campeã.
Depois da vitória, ela ficou mais faladora ainda.
Ninguém tinha mais paciência para aguentar aquele blá-blá-blá infindável. Até que o macaco, esperto como ele só, resolveu dar um jeito na questão.
Ele tirou um bocado de resina de uma árvore e misturou-a na ramaria que a girafa costuma mastigar. Depois, escondeu-se, esperando a falastrona chegar para comer.
As folhas prenderam-se no comprido pescoço da girafa e, por mais que ela tossisse e cuspisse, ficaram grudadas em sua garganta, calando-a para sempre. Daí em diante, seus descendentes passaram a nascer sem voz.
Barbosa, Rogério Andrade. Histórias africanas para contar e recontar. SP:Editora do Brasil, 200
Questão 6. No trecho “... mais paciência para aguentar aquele blá-blá-blá infindável,” a expressão destacada
A) revela um tipo de música cantada pela girafa.
B) ressalta o falatório da girafa.
C) ratifica o grito de vitória da girafa.
D) reforça a decepção dos animais com a vitória da girafa.
D4 - Leia o texto para responder a questão abaixo:
A canícula, de Artur Xexéo
A cena aconteceu num restaurante do Flamengo. Cinco pessoas à mesa comentavam o calor que fazia lá fora – e alguém comenta alguma outra coisa ultimamente na cidade?[...]
Desde então, não penso em outra coisa. Que fim levou o ventinho que fazia parte do verão carioca? Foi sugado pelo aquecimento global? Escapou pelo buraco da camada de ozônio? Cadê aqueles tempos em que, no auge do calor, a gente ia se refrescar à beira–mar? [...]
Que fim levou o cine Metro-Copacabana? Mais precisamente, que fim levou o ar refrigerado “com clima de montanha” que tornava as matinês de quintafeira, dia em que mudava o filme em cartaz, num oásis contra a canícula?[...]
Questão 7. Considerando o tema do texto e a necessidade de um oásis (3 ° parágrafo), pode-se entender que o significado do título “A canícula” é
A) O calor muito forte.
B) A brisa refrescante.
C) A matinê de quinta-feira.
D) O aquecimento global
D4 - Leia o texto para responder a questão a seguir:
Não há dúvida que as línguas se aumentam e alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.
(MACHADO DE ASSIS. Apud Luft, Celso Pedro.Vestibular do português).
Vocabulário: Transplantação - transferir de um lugar ou contexto para outro.
Questão 8. Ao ler o texto, concluímos que
A) as mudanças do português da Europa para o Brasil evitaram inserir ao idioma riquezas novas.
B) as alterações da língua estão condicionadas às necessidades dos usos e costumes e ao tempo.
C) o português do século XVI é o mesmo de hoje, não sendo necessário parar a língua no tempo.
D) os falantes do campo usam expressões atuais da língua mesmo sem sofrerem influência européia.
D4 - (Equipe PIP). Leia o texto abaixo.
O IMPÉRIO DA VAIDADE
Você sabe por que a televisão, a publicidade, o cinema e os jornais defendem os músculos torneados, as vitaminas milagrosas, as modelos longilíneas e as academias de ginástica? Porque tudo isso dá dinheiro. Sabe por que ninguém fala do afeto e do respeito entre duas pessoas comuns, mesmo meio gordas, um pouco feias, que fazem piquenique na praia?
Porque isso não dá dinheiro para os negociantes, mas dá prazer para os participantes. O prazer é físico, independentemente do físico que se tenha: namorar, tomar milk-shake, sentir o sol na pele, carregar o filho no colo, andar descalço, ficar em casa sem fazer nada. Os melhores prazeres são de graça - a conversa com o amigo, o cheiro do jasmim, a rua vazia de madrugada -, e a humanidade sempre gostou de conviver com eles. Comer uma feijoada com os amigos, tomar uma caipirinha no sábado também é uma grande pedida. Ter um momento de prazer é compensar muitos momentos de desprazer. Relaxar, descansar, despreocupar-se, desligar-se da competição, da áspera luta pela vida - isso é prazer.
Mas vivemos num mundo onde relaxar e desligar-se se tornou um problema. O prazer gratuito, espontâneo, está cada vez mais difícil. O que importa, o que vale, é o prazer que se compra e se exibe, o que não deixa de ser um aspecto da competição. Estamos submetidos a uma cultura atroz, que quer fazer-nos infelizes, ansiosos, neuróticos. As filhas precisam ser Xuxas, as namoradas precisam ser modelos que desfilam em Paris, os homens não podem assumir sua idade.
Não vivemos a ditadura do corpo, mas seu contrário: um massacre da indústria e do comércio. Querem que sintamos culpa quando nossa silhueta fica um pouco mais gorda, não porque querem que sejamos mais saudáveis - mas porque, se não ficarmos angustiados, não faremos mais regimes, não compraremos mais produtos dietéticos, nem produtos de beleza, nem roupas e mais roupas. Precisam da nossa impotência, da nossa insegurança, da nossa angústia.
O único valor coerente que essa cultura apresenta é o narcisismo.
LEITE, Paulo Moreira. O império da vaidade. Veja, 23 ago. 1995. p. 79.
Questão 9. O autor pretende influenciar os leitores para que eles:
A) sejam mais críticos em relação ao incentivo do consumo pela mídia.
B) excluam de sua vida todas as atividade incentivadas pela mídia.
C) fiquem mais em casa e voltem a fazer os programas de antigamente.
D) evitem todos os prazeres cuja obtenção depende de dinheiro.
D6 - Leia o texto para responder a questão a seguir:
O Amazonas, com mais de um milhão e meio de quilômetros quadrados (1.500.000 km²) de belezas naturais, é o maior estado da Região Norte.
A capital do estado é Manaus, principal portão de entrada do Amazonas e que se destaca pelas inúmeras oportunidades turísticas. A cidade oferece passeios pelo Rio Amazonas e seus afluentes, pesca esportiva e hospedagem nos hotéis da selva.
Por causa da grandiosidade do Rio Amazonas e da magnífica floresta tropical, o Estado do Amazonas é um pólo do ecoturismo, isto é, o turismo voltado para a ecologia e a natureza.
A mais conhecida praia de Manaus é a da Ponta Negra onde há grande número de bares e restaurantes com comidas típicas ou não.
É possível também conhecer um pouco da fauna local no Zoológico, mantido pelo Exército Brasileiro e que abriga mais de setenta (70) espécies.
Há, ainda, o Jardim Botânico com trilhas para caminhadas e vegetação variada.
Manaus guarda, em muitos edifícios, em palácios e no Teatro Amazonas, a memória de uma época de riqueza – o Ciclo da Borracha.
Conhecer Manaus é um privilégio, e os turistas estrangeiros ficam deslumbrados com tudo o que a cidade oferece.
Revista Isto é - Férias no Brasil/4.Norte e Centro-Oeste. (adaptação)
Questão 10. O texto fala principalmente sobre:
A) a Cidade de Manaus.
B) a Região Norte.
C) o Rio Amazonas.
D) uma cidade nova.
D6 - Leia o texto abaixo e responda.
Londres, 29 de junho de 1894
Lenora, minha prima
Perdi o sono, por que será? Mamãe uma visita diferente. Depois do jantar ouvimos um barulho enorme. Eram cavalos relinchando. Alguém bateu à porta. Watson, nosso mordomo, foi abrir.
Era um homem esquisito: branco, magro, vestido de preto. Meu cão Brutus começou a latir. O homem ficou parado na porta. Disse Watson que uma roda de sua carruagem havia se quebrado. Mamãe convidou o desconhecido para entrar. Ele deu um sorriso largo, estranho.
Talvez eu estivesse com sono, mas quando ele passou diante do espelho, ele não apareceu. Mamãe ofereceu chá ao estrangeiro. Ele disso que seu nome era Drácula e que morava num lugar chama Transilvânia. E dá dormir com tudo isso? Escreve.
Edgard
Questão 11. A carta informa Lenora sobre
A) um acidente com uma carruagem.
B) uma estranha visita que seu primo recebeu.
C) um espelho que não refletia.
D) um lugar chamado Transilvânia.
D6 - Leia o texto abaixo e responda.
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. (...)
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? – perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê?
— Nada não...
(Luis Fernando Veríssimo – Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001,pp. 41-42.)
Questão 12. O tema do texto está presente em
A) O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros.
B) Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai.
C) O garoto agradeceu, desembrulhou a bola...
D) O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
D14 - (SAERS). Leia o texto abaixo.

Questão 13. Na última fala, o ponto de interrogação sugere
A) admiração.
B) desprezo.
C) indignação.
D) medo.
D14 - Leia o texto para responder a questão a seguir:
Sai o primeiro condomínio com energia eólica
O primeiro empreendimento imobiliário com produção de energia eólica no Brasil é residencial e será lançado este mês, em Florianópolis. O projeto, batizado de Neo, prevê a instalação de duas turbinas de vento, uma em cada torre. Elas farão o aquecimento de toda a água que será consumida pelos 24 apartamentos do condomínio, cuja entrega está prevista para março de 2012.
[...]
“A tecnologia será capaz de produzir 100% da energia que será usada no condomínio, que não utilizará nenhum tipo de combustível fóssil. Hoje, apenas o aquecimento da água representa 50% do gasto com energia nas regiões Sul e Sudeste”, diz Suchodolski. [...]
Ainda segundo Suchodolski, o empreendimento terá outros dispositivos sustentáveis, como uma estação de tratamento de esgoto, com direito a uma cisterna específica para água a ser reutilizada, destinada, por exemplo, à irrigação das áreas verdes. Dessa forma, completa ele, o consumo será reduzido em 50%: “Além disso, o condomínio usará madeira de reflorestamento certificada, tintas e vernizes à base de água.”
http://www.zap.com.br/revista/imoveis/condominio
Questão 14. O condomínio a ser construído tem a finalidade de
A) divulgar uma nova tecnologia.
B) conter a expansão imobiliária na região.
C) preservar o meio ambiente.
D) diminuir o alto consumo de energia.
D14 - Leia o texto para responder a questão a seguir:
Bom tempo, sem tempo
Não chovia, meses a fio. Ou chovia demais. As plantas secavam, os animais morriam, os moradores emigravam. As plantas submergiam, os animais morriam, as pessoas não tinham tempo de emigrar. Assim era a vida naquele lugar privilegiado, onde medrava tudo para todos, havendo bom tempo. Mas não havia bom tempo. Havia o exagero dos elementos.
O mágico chegou para reorganizar a vida, e mandou que as chuvas cessassem.
Cessaram. Ordenou que a seca findasse. Findou. Sobreveio um tempo temperado, ameno, bom para tudo, e os moradores estranharam. Assim também não é possível, diziam.
Podemos fazer tantas coisas boas ao mesmo tempo que não há tempo para fazê-las. Antes, quando estiava ou chovia um pouco - isto é, no intervalo das grandes enchentes ou das grandes secas -, a gente aproveitava para fazer alguma coisa. Se o sol abrasava, podíamos fugir. Se a água vinha em catadupa, os que escapavam tinham o que contar. Quem voltasse do êxodo vinha de alma nova. Quem sobrevivesse à enchente era proclamado herói. Mas agora, tudo normal, como aproveitar tantas condições estupendas, se não temos capacidade para isto?
Queriam linchar o mágico, mas ele fugiu a toda.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. São Paulo, Record: 2006.
Glossário
Catadupa – cachoeira
Êxodo – emigração de todo um povo ou saída de pessoas em massa.
Questão 15. O fato que motiva a história é
A) a chegada do mágico.
B) a falta de chuva.
C) a chuva muito frequente.
D) o mágico fugir correndo.
Gabarito
O D1 se refere à habilidade de encontrar informações que estão claramente escritas no texto, sem necessidade de interpretação ou inferência. São dados como nomes, datas, locais e fatos diretos que podem ser extraídos apenas com a leitura atenta.
Ele é essencial porque é a base para qualquer compreensão textual. Antes de interpretar ou criticar um texto, é preciso garantir que as informações explícitas foram corretamente identificadas. Isso evita equívocos e permite uma análise mais precisa do conteúdo.
Se eu estiver lendo um artigo sobre um evento esportivo que diz: "A final do campeonato será no dia 15 de julho, no Estádio Municipal, às 17h."
Aplicar o D1 significa responder corretamente perguntas como:
Quando será a final? → Dia 15 de julho.
Onde será? → No Estádio Municipal.
Que horas? → Às 17h.
"O zoológico da cidade abrirá um novo espaço para animais resgatados da natureza. Segundo a administração, a inauguração será no próximo sábado, às 10h, com entrada gratuita para os visitantes."
Quando será a inauguração?
Às vezes, a dificuldade pode estar na distração durante a leitura ou na presença de muitas informações no texto, o que pode fazer com que detalhes importantes passem despercebidos
Pdro Zílio 9A D1
Felipe Borges 9 d
A) O que você entendeu sobre o descritor?
O descritor exige que o leitor encontre dados que estão claramente escritos no texto. Trata-se de identificar nomes, datas, lugares ou qualquer elemento textual que não necessite de interpretação adicional.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
Para a compreensao profunda,desenvolvimento do pensamento critico, leitura autonoma e melhor desempenho em provas e vestibulares
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Por exemplo, em uma notícia que menciona: "O evento ocorrerá no dia 20 de dezembro, às 18 horas, no ginásio municipal", localizar a data e o local do evento é uma aplicação direta deste descritor. É como procurar um "tesouro" que está à vista, bastando atenção para identificá-lo.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Imagine que você está procurando uma receita especial no livro de culinária da sua avó. Para encontrar a receita certa, você precisa localizar palavras-chave como "bolo de chocolate", "ingredientes" e "modo de preparo". É exatamente isso que fazemos quando lemos qualquer tipo de texto: buscamos as informações que são importantes para entender o que está sendo dito.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Questões que pedem por informações implícitas podem levar a marcar a alternativa errada.
Samuel Borges Beraldo 9 D
Descritor 14 A)Entendi como diferenciar fatos de opiniões dentro de um texto, agora sabendo que um fato é uma informação objetiva e verificavel, enquanto uma opinião é um pensamento ou um julgamento pessoal de alguém. B)Distinguir fatos e opiniões é muito importante para a leitura crítica pois permite as pessoas tenham mais credibilidade em certas informações
C)Se eu estivesse lendo uma notícia sobre mudanças climáticas, poderia identificar frases como:
Fato: "O ano de 2023 foi um dos mais quentes da história, segundo a Organização Meteorológica Mundial." (Essa informação pode ser verificada por meio de dados científicos).
Opinião: "As autoridades não estão fazendo o suficiente para combater as mudanças climáticas." (Aqui, há um julgamento sobre a atuação das autoridades).
A habilidade de destinguir um fato de uma opinião é essencial para uma boa leitura crítica, então essa aula é muito importante.
Gustavo sá 9 d
A) O que você entendeu sobre o descritor? O descritor é uma orientação ou parâmetro usado para avaliar ou direcionar a compreensão e análise de um texto. Ele especifica um conjunto de competências que devem ser observadas durante o processo de leitura crítica, como a capacidade de identificar argumentos, reconhecer a estrutura do texto, avaliar a coerência das ideias e refletir sobre a intenção do autor.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica? O descritor é fundamental para a leitura crítica porque ajuda o leitor a se concentrar em aspectos específicos do texto, como a clareza dos argumentos, a lógica do raciocínio e a validade das informações apresentadas. Ele guia a análise do conteúdo de maneira estruturada e possibilita que o leitor forme uma opinião mais informada, questionando, comparando e contextualizando as ideias.
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto. Em um artigo sobre mudanças climáticas, eu aplicaria o descritor ao identificar se o autor apresenta dados científicos relevantes para sustentar suas afirmações. Eu verificaria também se há uma argumentação coerente, se o autor reconhece as diversas perspectivas sobre o tema e se utiliza fontes confiáveis. Caso contrário, eu analisaria como isso comprometeria a credibilidade do texto.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido. Um exemplo seria um editorial sobre a importância da educação digital nas escolas. O descritor poderia ser aplicado ao avaliar se o autor usa evidências sólidas para apoiar suas opiniões, se apresenta uma visão equilibrada e se reflete sobre as implicações futuras dessa mudança. Analisaria ainda a estrutura do texto, como a introdução, desenvolvimento e conclusão, para garantir que o raciocínio esteja bem organizado.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor. Uma dificuldade que eu encontro ao aplicar o descritor é quando o texto apresenta muitos dados ou informações sem uma explicação clara sobre como esses dados foram obtidos ou contextualizados. Isso pode dificultar a avaliação da veracidade das afirmações e prejudicar a aplicação crítica do descritor, pois fica mais difícil discernir se os argumentos são realmente sólidos ou se estão sendo utilizados de forma manipulativa.
D14
a) entendi que um ponto de vista é diferente de um fato, e que muitas pessoas confundem isso.
b) eu acho importante para criar um senso critico, e ter sua própria opinião.
c) eu estava conversando com o meu amigo, então entramos no assunto do etanol, ele falou que preferia gasolina do que etanol, ai eu falei que o etanol era um dos mais exportados no brasil ele concordou comigo.
d) ``o etanol é um dos mais exportados do Brasil´´ ``eu acho o etanol pior que gasolina´´
f) tenho dificuldade em diferenciar um ponto de vista de um fato
Thaylor Oliveira 9 D
Marcela de Faria - 9 D
O D4 fala sobre inferir uma informação implícita no texto, ou seja, é a capacidade de ler nas entrelinhas e tirar informações do texto sem ter as lido, mas sim deduzido, se trata daquilo que está implícito no texto, algo que depende de interpretar e inferir o sentido no texto, e deduzir as informações presentes nele. Ele é importante pois permite uma compreensão mais profunda do texto, explorando sentidos muitas vezes não escritos, porém presentes no texto implicitamente, assim é possível compreender o texto em sua totalidade, e compreendendo o que foi escrito de modo total, o leitor se torna capaz de desenvolver uma opinião consistente, ou seja, ter um senso crítico bem desenvolvido a respeito do que foi escrito, além disso esta habilidade é muito útil em provas e vestibulares e melhora o desempenho de estudantes em suas avaliações, pois facilita a compreensão do texto, um exemplo prático pode ser aplicado com a seguinte oração '' Filha, levante rápido, venha tomar café, e arrume sua mochila, não se esqueça de colocar o casaco dentro dela'', por mais que não esteja escrito é possível deduzir que fazia frio devido à necessidade do casaco. Outro exemplo pode ser visto em ''A fila da montanha russa tem tempo de espera de mais de duas horas'' podemos inferir que o local estava lotado devido ao grande tempo de espera. A maior dificuldade é inferir as informações, pois é uma tarefa muito subjetiva que requer uma leitura bem atenta.
A) O que você entendeu sobre o descritor?
O descritor exige que o leitor encontre dados que estão claramente escritos no texto. Trata-se de identificar nomes, datas, lugares ou qualquer elemento textual que não necessite de interpretação adicional.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
Para a compreensao profunda,desenvolvimento do pensamento critico, leitura autonoma e melhor desempenho em provas e vestibulares
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Por exemplo, em uma notícia que menciona: "O evento ocorrerá no dia 20 de dezembro, às 18 horas, no ginásio municipal", localizar a data e o local do evento é uma aplicação direta deste descritor. É como procurar um "tesouro" que está à vista, bastando atenção para identificá-lo.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Imagine que você está procurando uma receita especial no livro de culinária da sua avó. Para encontrar a receita certa, você precisa localizar palavras-chave como "bolo de chocolate", "ingredientes" e "modo de preparo". É exatamente isso que fazemos quando lemos qualquer tipo de texto: buscamos as informações que são importantes para entender o que está sendo dito.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Questões que pedem por informações implícitas podem levar a marcar a alternativa errada.
A) O que você entendeu sobre o descritor?
O descritor exige que o leitor encontre dados que estão claramente escritos no texto. Trata-se de identificar nomes, datas, lugares ou qualquer elemento textual que não necessite de interpretação adicional.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
Para a compreensao profunda,desenvolvimento do pensamento critico, leitura autonoma e melhor desempenho em provas e vestibulares
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Por exemplo, em uma notícia que menciona: "O evento ocorrerá no dia 20 de dezembro, às 18 horas, no ginásio municipal", localizar a data e o local do evento é uma aplicação direta deste descritor. É como procurar um "tesouro" que está à vista, bastando atenção para identificá-lo.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Imagine que você está procurando uma receita especial no livro de culinária da sua avó. Para encontrar a receita certa, você precisa localizar palavras-chave como "bolo de chocolate", "ingredientes" e "modo de preparo". É exatamente isso que fazemos quando lemos qualquer tipo de texto: buscamos as informações que são importantes para entender o que está sendo dito.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Questões que pedem por informações implícitas podem levar a marcar a alternativa errada.
A) O que você entendeu sobre o descritor?
Esse descritor se refere à capacidade de identificar e diferenciar um fato de uma opinião relacionada a esse fato. Um fato é algo verificável, que pode ser comprovado através de evidências ou fontes confiáveis. Já uma opinião é uma interpretação ou juízo pessoal sobre esse fato, que não pode ser provado, sendo subjetiva e baseada em pontos de vista individuais.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
A distinção entre fato e opinião é crucial para uma leitura crítica porque permite que o leitor entenda o conteúdo de maneira mais clara e precisa. Ao separar informações objetivas de julgamentos pessoais, o leitor consegue analisar melhor a credibilidade da fonte, avaliar argumentos e tomar decisões mais fundamentadas. Além disso, essa habilidade é fundamental para evitar a manipulação de informações ou a construção de falácias.
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Em um texto jornalístico, por exemplo, se o jornalista diz que "a temperatura média global aumentou 1,2°C nos últimos 100 anos" (fato), isso pode ser comprovado por dados climáticos. No entanto, se ele escreve "O aumento da temperatura global é alarmante e pode levar à destruição de ecossistemas inteiros" (opinião), está expressando uma visão pessoal sobre o fato. Para aplicar o descritor, o leitor precisaria reconhecer o primeiro enunciado como fato e o segundo como opinião.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Um exemplo seria um artigo sobre mudanças climáticas. O texto pode trazer dados, como a elevação do nível do mar ou as temperaturas médias, que são fatos mensuráveis. Porém, também pode incluir comentários como "é crucial que tomemos medidas agora para evitar um futuro catastrófico", que seriam opiniões sobre as consequências desses fatos.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Uma dificuldade comum ao aplicar esse descritor é que muitos textos podem combinar fatos e opiniões de maneira sutil, o que torna mais difícil distinguir entre ambos. Além disso, em contextos onde os dados podem ser interpretados de diferentes formas, separar uma opinião de uma análise dos fatos nem sempre é uma tarefa simples.
A) O que você entendeu sobre o descritor?
Um descritor significa a capacidade de identificar e diferenciar um fato de uma opinião relacionada a esse fato. Um fato designa portanto eventos ou acontecimentos que realmente aconteceram , referindo-se ao seu status ontológico, e não a uma proposição. Sendo algo verificável, que pode ser comprovado através de evidências ou fontes confiáveis. Já uma opinião um ponto de vista, ela não é, portanto, um fato. Trata-se de um julgamento pessoal, de um pensamento em relação a algo, é um maneira de pensar, logo, é uma interpretação ou juízo pessoal sobre esse fato, que não pode ser provado, sendo subjetiva e baseada em pontos de vista individuais.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
Saber identificar fatos e opiniões, dentro de um texto, é muito importante para a compreensão das ideias, de forma que possamos entender o que aconteceu e, quando for o caso, ter contato com a opinião de alguém sobre isso, mas sabendo que pode haver outros pontos de vista. Ao separar informações objetivas de julgamentos pessoais, o leitor consegue analisar melhor a credibilidade da fonte, avaliar argumentos e tomar decisões mais fundamentadas. Além disso, essa habilidade é fundamental para evitar a manipulação de informações ou a construção de mentiras.
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Em um texto jornalístico, por exemplo, se o jornalista diz que "a temperatura média global aumentou 1,2°C nos últimos 100 anos" (fato), isso pode ser comprovado por dados climáticos. No entanto, se ele escreve "O aumento da temperatura global é alarmante e pode levar à destruição de ecossistemas inteiros" (opinião), está expressando uma visão pessoal sobre o fato. Para aplicar o descritor, o leitor precisaria reconhecer o primeiro enunciado como fato e o segundo como opinião.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Um exemplo seria um artigo mencionando as mudanças climáticas. O texto pode trazer dados, como a elevação do nível do mar ou as temperaturas médias, que são fatos mensuráveis. Porém, também pode incluir comentários como "é crucial que tomemos medidas agora para evitar um futuro catastrófico", que seriam opiniões sobre as consequências desses fatos.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Uma dificuldade comum ao aplicar esse descritor é que muitos textos podem combinar fatos e opiniões de maneira sutil, o que torna mais difícil distinguir opiniões disfarçadas de fatos, especialmente quando o autor usa dados para sustentar um ponto de vista subjetivo.
Respostas:
A) O descritor D14 me chamou atenção pelo fato de ser algo que é importante na vida do estudante, além de eu ter entendido que a opinião é subjetiva e um ponto de vista pessoal, diferentemente do fato que é objetivo e é comprovado. Para eu saber se é um fato devo perguntar se é comprovado, se não, é uma opinião pessoal. Um exemplo de palavras que comprovam uma opinião são adjetivos de qualidade, como: "ótimo", "péssimo", "interessante", "horrível". Existem certos tipos de locais que posso encontrar fatos (textos jornalísticos) e opiniões (artigos de opinião).
B) Eu acho importante, pois posso melhorar minha compreensão com textos e me preparar para a avida social, sabendo que existem muitas informações, que sem uma interpretação correta, é possível errar na escrita e na leitura. Além de pensar de forma críticas as situações que são fatos e opiniões, para não me equivocar em certas decisões.
C) Eu colocaria um fato com provas, por exemplo: citações, dados, alusão histórica, entre outros tipos de comprovações, Já a opinião, implementaria com o pronome "Eu" e marcas linguísticas, como: verbos de opinião, expressões de julgamento, adjetivos qualificativos e advérbios de modo. Para ter um texto mais claro e simples de compreensão.
D) Artigos de Opinião e textos jornalísticos, pois em um se baseia em uma opinião concreta de alguém, e na outra um fato necessário para o texto referido. E) Acredito que expor a opinião ao leitor, pelo fato de muitos quererem uma prova concreta por não saberem se é um fato. Dessa forma, leva o escritor à mudar a escrita para o melhor entendimento de quem está lendo.
A) O descritor D14 me chamou atenção pelo fato de ser algo que é importante na vida do estudante, além de eu ter entendido que a opinião é subjetiva e um ponto de vista pessoal, diferentemente do fato que é objetivo e é comprovado. Para eu saber se é um fato devo perguntar se é comprovado, se não, é uma opinião pessoal. Um exemplo de palavras que comprovam uma opinião são adjetivos de qualidade, como: "ótimo", "péssimo", "interessante", "horrível". Existem certos tipos de locais que posso encontrar fatos (textos jornalísticos) e opiniões (artigos de opinião). B) Eu acho importante, pois posso melhorar minha compreensão com textos e me preparar para a avida social, sabendo que existem muitas informações, que sem uma interpretação correta, é possível errar na escrita e na leitura. Além de pensar de forma críticas as situações que são fatos e opiniões, para não me equivocar em certas decisões. C) Eu colocaria um fato com provas, por exemplo: citações, dados, alusão histórica, entre outros tipos de comprovações, Já a opinião, implementaria com o pronome "Eu" e marcas linguísticas, como: verbos de opinião, expressões de julgamento, adjetivos qualificativos e advérbios de modo. Para ter um texto mais claro e simples de compreensão. D) Artigos de Opinião e textos jornalísticos, pois em um se baseia em uma opinião concreta de alguém, e na outra um fato necessário para o texto referido. E) Acredito que expor a opinião ao leitor, pelo fato de muitos quererem uma prova concreta por não saberem se é um fato. Dessa forma, leva o escritor à mudar a escrita para o melhor entendimento de quem está lendo.
Eu aprendi muitas coisas com o descritor, pois me interessei mais pela leitura crítica e entendi a diferença entre a opinião e o fato.
D14
a) entendi que um ponto de vista é diferente de um fato, e que muitas pessoas confundem isso.
b) eu acho importante para criar um senso critico, e ter sua própria opinião.
c) eu estava conversando com o meu amigo, então entramos no assunto do etanol, ele falou que preferia gasolina do que etanol, ai eu falei que o etanol era um dos mais exportados no brasil ele concordou comigo.
d) ``o etanol é um dos mais exportados do Brasil´´ ``eu acho o etanol pior que gasolina´´
f) tenho dificuldade em diferenciar um ponto de vista de um fato
Alice Maria da Silva Brito 9f
D1
A) O que você entendeu sobre o descritor?
O descritor exige que o leitor encontre dados que estão claramente escritos no texto. Trata-se de identificar nomes, datas, lugares ou qualquer elemento textual que não necessite de interpretação adicional.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
Para a compreensao profunda,desenvolvimento do pensamento critico, leitura autonoma e melhor desempenho em provas e vestibulares
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Por exemplo, em uma notícia que menciona: "O evento ocorrerá no dia 20 de dezembro, às 18 horas, no ginásio municipal", localizar a data e o local do evento é uma aplicação direta deste descritor. É como procurar um "tesouro" que está à vista, bastando atenção para identificá-lo.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Imagine que você está procurando uma receita especial no livro de culinária da sua avó. Para encontrar a receita certa, você precisa localizar palavras-chave como "bolo de chocolate", "ingredientes" e "modo de preparo". É exatamente isso que fazemos quando lemos qualquer tipo de texto: buscamos as informações que são importantes para entender o que está sendo dito.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Questões que pedem por informações implícitas podem levar a marcar a alternativa errada.
Maria eduarda rocha silva
texto escolhido: D4
A) O que você entendeu sobre o descritor?O descritor D4 envolve inferir informações implícitas em um texto, ou seja, entender o que não está explicitamente dito, mas pode ser deduzido a partir das pistas no texto.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?É importante porque permite uma análise mais profunda do texto, ajudando a perceber mensagens ocultas e questionar a intenção do autor.
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.Exemplo: "Ela entrou sem fazer barulho e olhou em volta com cautela." Isso sugere que a pessoa estava insegura ou desconfiada, embora não seja dito diretamente.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.Exemplo: "O mercado estava cheio, mas todos estavam com o olhar fixo nas prateleiras, sem conversar uns com os outros." Podemos inferir que as pessoas estavam estressadas ou apressadas.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.A dificuldade é interpretar de forma subjetiva demais, projetando ideias próprias que não são suportadas pelo texto.
D4-inserir uma informação implícita em um texto
a) Entendi q inserir essas informações é importante para um bom desenvolvimento da leitura, para entender melhor.
b) Para entender o que não foi dito diretamente no texto, ter uma leitura mais analítica.
c) Ao assistir a tv e ver o noticiario, a personagem viu q iria baixar a temperatura a semana toda, então na hora de sair para trabalhar, pega um casaco.
d)"Me arrumei para o trabalho, logo me prontifiquei e peguei um casaco"
e) Pode ser dificil aplicar esse descritor sem antes mencionar o clima, por exemplo.
Isaac Vaz 9F
A) O que você entendeu sobre o descritor?
Esse descritor se refere à capacidade de identificar e diferenciar um fato de uma opinião relacionada a esse fato. Um fato é algo verificável, que pode ser comprovado através de evidências ou fontes confiáveis. Já uma opinião é uma interpretação ou juízo pessoal sobre esse fato, que não pode ser provado, sendo subjetiva e baseada em pontos de vista individuais.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
A distinção entre fato e opinião é crucial para uma leitura crítica porque permite que o leitor entenda o conteúdo de maneira mais clara e precisa. Ao separar informações objetivas de julgamentos pessoais, o leitor consegue analisar melhor a credibilidade da fonte, avaliar argumentos e tomar decisões mais fundamentadas. Além disso, essa habilidade é fundamental para evitar a manipulação de informações ou a construção de falácias.
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Em um texto jornalístico, por exemplo, se o jornalista diz que "a temperatura média global aumentou 1,2°C nos últimos 100 anos" (fato), isso pode ser comprovado por dados climáticos. No entanto, se ele escreve "O aumento da temperatura global é alarmante e pode levar à destruição de ecossistemas inteiros" (opinião), está expressando uma visão pessoal sobre o fato. Para aplicar o descritor, o leitor precisaria reconhecer o primeiro enunciado como fato e o segundo como opinião.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Um exemplo seria um artigo sobre mudanças climáticas. O texto pode trazer dados, como a elevação do nível do mar ou as temperaturas médias, que são fatos mensuráveis. Porém, também pode incluir comentários como "é crucial que tomemos medidas agora para evitar um futuro catastrófico", que seriam opiniões sobre as consequências desses fatos.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Uma dificuldade comum ao aplicar esse descritor é que muitos textos podem combinar fatos e opiniões de maneira sutil, o que torna mais difícil distinguir entre ambos. Além disso, em contextos onde os dados podem ser interpretados de diferentes formas, separar uma opinião de uma análise dos fatos nem sempre é uma tarefa simples.
A) O que você entendeu sobre o descritor? Gabriel Augusto Ferreira Cardoso 9ºF
Esse descritor se refere à capacidade de identificar e diferenciar um fato de uma opinião relacionada a esse fato. Um fato é algo verificável, que pode ser comprovado através de evidências ou fontes confiáveis. Já uma opinião é uma interpretação ou juízo pessoal sobre esse fato, que não pode ser provado, sendo subjetiva e baseada em pontos de vista individuais.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
A distinção entre fato e opinião é crucial para uma leitura crítica porque permite que o leitor entenda o conteúdo de maneira mais clara e precisa. Ao separar informações objetivas de julgamentos pessoais, o leitor consegue analisar melhor a credibilidade da fonte, avaliar argumentos e tomar decisões mais fundamentadas. Além disso, essa habilidade é fundamental para evitar a manipulação de informações ou a construção de falácias.
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Em um texto jornalístico, por exemplo, se o jornalista diz que "a temperatura média global aumentou 1,2°C nos últimos 100 anos" (fato), isso pode ser comprovado por dados climáticos. No entanto, se ele escreve "O aumento da temperatura global é alarmante e pode levar à destruição de ecossistemas inteiros" (opinião), está expressando uma visão pessoal sobre o fato. Para aplicar o descritor, o leitor precisaria reconhecer o primeiro enunciado como fato e o segundo como opinião.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Um exemplo seria um artigo sobre mudanças climáticas. O texto pode trazer dados, como a elevação do nível do mar ou as temperaturas médias, que são fatos mensuráveis. Porém, também pode incluir comentários como "é crucial que tomemos medidas agora para evitar um futuro catastrófico", que seriam opiniões sobre as consequências desses fatos.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Uma dificuldade comum ao aplicar esse descritor é que muitos textos podem combinar fatos e opiniões de maneira sutil, o que torna mais difícil distinguir entre ambos. Além disso, em contextos onde os dados podem ser interpretados de diferentes formas, separar uma opinião de uma análise dos fatos nem sempre é uma tarefa simples.
yasmin braga nunes 9-F
A) O que você entendeu sobre o descritor?→ Refere-se à habilidade de diferenciar fatos (informações comprováveis) de opiniões (pontos de vista pessoais) em um texto.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?→ Porque permite ao leitor avaliar com mais clareza a credibilidade das informações, identificar possíveis manipulações e interpretar o texto de forma mais consciente.
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.→ Em uma reportagem, "A cidade registrou 10 km de congestionamento" é um fato; já "O trânsito está caótico" é uma opinião. O leitor deve reconhecer essa diferença para interpretar melhor a mensagem.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.→ Uma resenha de filme, que mistura dados concretos (fatos) como a data de lançamento, com julgamentos pessoais (opiniões), como a avaliação do enredo ou da atuação dos personagens.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.→ Distinguir opiniões disfarçadas de fatos, especialmente quando o autor usa dados para sustentar um ponto de vista subjetivo.
A) O que você entendeu sobre o descritor?
Esse descritor se refere à capacidade de identificar e diferenciar um fato de uma opinião relacionada a esse fato. Um fato é algo verificável, que pode ser comprovado através de evidências ou fontes confiáveis. Já uma opinião é uma interpretação ou juízo pessoal sobre esse fato, que não pode ser provado, sendo subjetiva e baseada em pontos de vista individuais.
B) Por que você acha que ele é importante para a leitura crítica?
A distinção entre fato e opinião é crucial para uma leitura crítica porque permite que o leitor entenda o conteúdo de maneira mais clara e precisa. Ao separar informações objetivas de julgamentos pessoais, o leitor consegue analisar melhor a credibilidade da fonte, avaliar argumentos e tomar decisões mais fundamentadas. Além disso, essa habilidade é fundamental para evitar a manipulação de informações ou a construção de falácias.
C) Compartilhe um exemplo prático de como você aplicaria esse descritor em um texto.
Em um texto jornalístico, por exemplo, se o jornalista diz que "a temperatura média global aumentou 1,2°C nos últimos 100 anos" (fato), isso pode ser comprovado por dados climáticos. No entanto, se ele escreve "O aumento da temperatura global é alarmante e pode levar à destruição de ecossistemas inteiros" (opinião), está expressando uma visão pessoal sobre o fato. Para aplicar o descritor, o leitor precisaria reconhecer o primeiro enunciado como fato e o segundo como opinião.
D) Compartilhe um exemplo de texto onde se pode aplicar o descritor escolhido.
Um exemplo seria um artigo sobre mudanças climáticas. O texto pode trazer dados, como a elevação do nível do mar ou as temperaturas médias, que são fatos mensuráveis. Porém, também pode incluir comentários como "é crucial que tomemos medidas agora para evitar um futuro catastrófico", que seriam opiniões sobre as consequências desses fatos.
E) Compartilhe uma dificuldade que você tem ao aplicar esse descritor.
Uma dificuldade comum ao aplicar esse descritor é que muitos textos podem combinar fatos e opiniões de maneira sutil, o que torna mais difícil distinguir entre ambos. Além disso, em contextos onde os dados podem ser interpretados de diferentes formas, separar uma opinião de uma análise dos fatos nem sempre é uma tarefa simples.